Terça-feira, 29 de Maio de 2012

Tem mesmo que haver uma boa explicação para isto

Se há coisa que não me entra na cabeça é a razão pela qual o Maxi Pereira não tira aquele borrão que tem ao canto da boca. Com o dinheiro que o homem ganha, custava-lhe alguma coisa ir fazer um arranjinho aos beiços e sacar aquilo dali para fora de uma vez por todas?
Não, Maxi, isso não é sexy. Não Maxi, isso não te torna mais macho. Não, Maxi, isso não intimida os adversários. Maxi, isso é só feio.

Até o Emplastro arranjou os dentes...

Sexta-feira, 25 de Maio de 2012

Macho Mexicano

É o nome do concurso que ganhei ontem aqui no Hotel. Apenas tenho a dizer que o dito concurso envolvia shots de tequila... (vá, e também porque tenho um charme irresistível).


E como prémio ganhei...tequila. Com o que já levo na mala, é bem possível que seja retido no aeroporto.

Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

Até pareco um tipo sério (o teclado mexicano nao tem cedilhas nem nada que me permita escrever decentemente)



O momento da troca das aliancas, ou seja, o acto per se em que me torno um gajo responsável.

Domingo, 20 de Maio de 2012

Parece que agora sou um homem casado...já estou crescido, pá!

E agora vou mas é para o México apanhar sol e beber mojitos. Até daqui a uns dias!

Quinta-feira, 17 de Maio de 2012

Portugalidades

Se há coisa que acho extremamente fascinante no povo português é a capacidade deste em ter uma atracção quase sobrenatural por tudo quanto é grátis. Mesmo que não tenha utilidade nenhuma, como na maior parte dos casos.

Recordo-me perfeitamente de ver, na estação do Cais do Sodré, uma fila homérica de pessoal num local onde não havia transportes públicos. Curioso, fui lá ver o que se passava e qual não foi a minha estupefacção quando percebi que estavam a dar margarina. Sim, margarina! O pessoal está atrasado para o trabalho, em plena hora de ponta, mas vamos lá com calma que o que se quer é margarina. É grátis, é o que interessa! Gostava de saber onde puseram a margarina durante o resto do dia até voltarem para casa...

Outra gira é a do copo do McDonald's que todos os verões oferecem com um menu grande. Vá, aquilo até dá jeito, reconheço. Mas se estivermos sem carro e sem nada onde pôr aquilo, recuso sempre o copo e olham-me com má cara, como quem me chama "pobre e mal agradecido". É que não me sinto muito à vontade de andar no meio da rua com um copo...cenas minhas! A não ser que vá ali na direcção do Miguel Bombarda, onde acho que me davam entrada garantida.

Como se costuma dizer: "grátis até injecção na testa!"

Coisas que me irritam LXIV

Greves. (e por atacado, os sindicatos)

Este é, quiçá, o pretexto preferido dos portugueses para não trabalhar, e ficar em casa a coçar a micose ou a ver as tardes da Júlia, ou, melhor ainda, ir rebentar dinheiro para o Colombo ou para o Vasco da Gama.

"Ah e tal e não sei o quê, temos direitos adquiridos e somos mal pagos e coiso e tal, estamos revoltados por isso não vamos trabalhar". Ora porra, o pessoal do privado - como eu - também não anda propriamente a nadar em dinheiro e se digo que um dia faço greve vou mas é direitinho para o olho da rua. Sem espinhas.

Aprendam que há outras maneiras muito mais eficazes de fazer valer o vosso descontentamento: o pessoal da Carris podia ligar altifalantes aos autocarros e passar toda a discografia dos Delfins non stop durante uma semana. Ou o pessoal dos barcos podia ir a remar de Lisboa até ao Barreiro e vice versa. Poupavam na gasosa e na mensalidade do ginásio e assim podiam receber um aumento de ordenado, hein?!

Vão mas é trabalhar pá, cambada de preguiçosos.

Quarta-feira, 16 de Maio de 2012

Do cuspo. E das lambidelas.

Adoro aquele pessoal que diz "cuspe" e "lember". Vou dar alguns exemplos para ilustrar mais nitidamente a magia da situação.

Exemplo 1: "Vaselina ou lubrificante? Qual quê, o que eu gosto mesmo é de usar cuspe. Simples e eficaz." (foi o primeiro exemplo que me veio à cabeça, não tenho culpa de ser um porco nojento)

Exemplo 2: "Tu vê-se mesmo que não sabes comer Cornettos! Não se morde, tem que se lember o gelado, o que mordes é a bolacha!" (estão a ver como aqui já tentei ser uma pessoa mais decente, quando se calhar a piada de braguilha era muito mais fácil?)

Palmas para os virtuosos da língua portuguesa. Eles merecem.

Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

O crescente amaricamento da classe masculina levada a cabo pelas grandes marcas de franchising: a prova final.


E agora que percebi que é preciso falar de moda para ser convidado a fazer promoções a bebidas alcóolicas, pode ser que com este post passe a ser trendy o suficiente para que reparem em mim. Porém, peço aos senhores do marketing que não me contactem para cenas tipo Gazela e sucedâneos: sou um tipo mais da onda de um Wild Turkey ou de um simples Johnny Walker. Adiante, vamos mas é falar de moda, que senão dou aspecto de alcoólatra (adoro esta palavra) e isso não encaixa nos padrões de um gajo moderno e cosmopolita.

Este fim de semana, ao passar na montra de uma loja Zara, deparei-me com o seguinte calçame, que podem ver acima, em todo o seu esplendor.

E eu agora pergunto-me: mas que susto é este?! Várias conclusões assomam-se de súbito à minha mente:

a) Para ser fashion é preciso um tipo vestir-se tal e qual como um palhaço? Por mais que me tentem explicar, isto é feio. Aliás, estas calças (?) nem sequer são de homem, isto mais parece directamente saído do faquir do Victor Hugo Cardinali...e nos anos 80!;

b) Qual é o objectivo da Zara com esta peça de lix...roupa? Estamos a assistir a um nítido apaneleiramento da classe masculina, e ninguém faz nada! Um tipo que compre isto sai da loja e vai onde? Comprar um cremezinho para o corpo e um esfoliante para pôr na cara depois de fazer a barba? Ou só irá fazer isso depois de arranjar as unhas e depilar as axilas? Onde é que isto vai parar...

c) Já tinha dito que as calças são horríveis?

Acho que depois disto, as já parcas hipóteses de me chamarem para o que quer que fosse foram por água abaixo. Então e se for para uma cervejinha, não? Vá lá, nem que seja a Tagus...